Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete CBB

Esportes

Nove dias após a convocação para o Campeonato Sul-Americano, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) anunciou, na última quinta-feira, 23 de julho de 2026, uma significativa mudança na liderança da seleção feminina. Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete, substituindo a técnica norte-americana Pokey Chatman, que permaneceu no cargo por pouco mais de um ano e meio.

A transição ocorre em um momento crucial para o basquete feminino nacional. Figueiró, de 51 anos, que já atuava como assistente técnico da seleção adulta, teve sua nomeação oficializada, trazendo uma vasta experiência acumulada no cenário do basquete brasileiro e internacional. Desde janeiro, ele também coordenava as categorias de base femininas do país, o que lhe proporcionou um profundo conhecimento da realidade e dos talentos em ascensão no esporte.

Léo Figueiró assume seleção feminina de basquete CBB

A escolha por Figueiró para comandar a seleção principal se baseia em um currículo recheado de êxitos. O novo técnico notabilizou-se principalmente por seu trabalho à frente de equipes masculinas. No comando do Botafogo, ele alcançou o título da Liga Sul-Americana em 2019, demonstrando sua capacidade de liderança e estratégia em competições de alto nível. Posteriormente, à frente do Vasco da Gama, Léo Figueiró garantiu a presença do time na Copa Super 8, um torneio que reúne os oito melhores do primeiro turno do Novo Basquete Brasil (NBB), nas temporadas 2023/24 e 2024/25. Além de garantir as qualificações, sua gestão assegurou a participação da equipe no Campeonato Sul-Americano de Clubes.

Trajetória Marcante de Léo Figueiró no Basquete Brasileiro

A experiência de Léo Figueiró vai além do basquete de clubes. Em 2023, ele integrou a comissão técnica da seleção feminina adulta como assistente, conquistando a medalha de prata na Fiba AmeriCupW, ao lado da então técnica Pokey Chatman. No mesmo ano, sua expertise foi fundamental para o título da seleção masculina Sub-21 no Campeonato Sul-Americano da categoria, reforçando seu prestígio e adaptabilidade entre as equipes e gêneros. Além disso, Figueiró já havia feito parte da comissão técnica masculina no Pré-Olímpico de 2021, trabalhando em conjunto com o croata Aleksandar Petrovic. Esses múltiplos papéis consolidam a visão da Confederação Brasileira de Basquete de que ele é o nome certo para guiar a equipe feminina rumo aos próximos desafios, buscando o crescimento e o protagonismo do basquete feminino no cenário internacional.

As Primeiras Palavras do Novo Comandante

Em sua declaração oficial, Léo Figueiró expressou a magnitude do novo desafio com um senso de humildade e motivação. “Assumir a seleção brasileira feminina é uma grande honra e uma responsabilidade que recebo com muita humildade,” afirmou. Ele ressaltou seu envolvimento anterior com o desenvolvimento da modalidade, em especial nas categorias de base, o que lhe concedeu um conhecimento aprofundado das atletas e das especificidades do basquete feminino brasileiro. “Conheço nossas atletas, nossa realidade e os desafios que temos pela frente. Agora, poder dar continuidade a esse trabalho na equipe principal é uma oportunidade que me deixa muito motivado”, completou o técnico, evidenciando seu compromisso com a continuidade de um trabalho que visa o sucesso.

O Primeiro Grande Desafio: Sul-Americano e Qualificação

O primeiro compromisso de Léo Figueiró à frente da seleção feminina será o Campeonato Sul-Americano de Basquete. O torneio, fundamental para a classificação à AmeriCupW – a Copa América do basquete feminino –, terá início em 3 de agosto, sendo sediado em Zárate, Argentina. A seleção brasileira está no Grupo B, onde enfrentará as equipes da Venezuela e do Chile em busca de uma das vagas. O Grupo A é composto por Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai.

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Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br

A estrutura do campeonato prevê que, na fase inicial, as seleções se confrontem dentro de suas respectivas chaves. O time que terminar na primeira colocação do grupo garante vaga direta para a semifinal, um atalho importante na busca pelo título e pela classificação. Já as equipes que ficarem em segundo e terceiro lugares terão que disputar um playoff para avançar para a fase eliminatória. Este sistema promete partidas intensas e estratégias bem elaboradas para cada equipe. Ao todo, o torneio distribuirá quatro vagas preciosas para a AmeriCupW de 2027, que será realizada em El Salvador, tornando a competição na Argentina de extrema importância para o futuro do basquete feminino brasileiro. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) investe nesse torneio como uma das portas para o reconhecimento e o avanço da modalidade.

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Com Léo Figueiró à frente, a expectativa é de que a seleção brasileira feminina de basquete mantenha o bom desempenho e siga evoluindo nos próximos torneios. Sua experiência e conhecimento do cenário nacional e internacional serão cruciais para a Amarelinha, visando alcançar as vagas para competições futuras de grande relevância, como a AmeriCupW. Para ficar por dentro das últimas notícias do cenário esportivo nacional e internacional, continue explorando nossa editoria de Esporte e não perca nenhum lance.

Crédito da imagem: Instagram/basquete brasil

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