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O Cruzeiro Bicampeão Copinha Após 19 Anos reafirma sua força nas categorias de base ao levantar, de forma invicta, o cobiçado troféu da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026. A equipe celeste celebrou seu segundo título na maior competição de base do futebol brasileiro após um jejum de quase duas décadas, derrotando o São Paulo por 2 a 1 na grande final disputada no Estádio do Pacaembu, em 25 de janeiro de 2026. Com nove vitórias em nove jogos, o time mineiro demonstrou superioridade e consistência durante todo o torneio, culminando em uma festa merecida para as chamadas “Crias da Toca”.
A jornada do clube para alcançar o bicampeonato foi marcada por uma performance impecável. Desde a fase de grupos até a decisão, o elenco mineiro manteve um ritmo avassalador, conquistando vitórias consecutivas e demonstrando um futebol eficiente tanto na defesa quanto no ataque. A vitória contra o São Paulo, que havia sido o campeão em 2025, adiciona ainda mais brilho à conquista, evidenciando o mérito e a preparação da equipe juvenil do Cruzeiro para este importante campeonato nacional.
Cruzeiro Bicampeão da Copinha: Uma Campanha de Destaque
A campanha invicta do Cruzeiro na 56ª edição da Copinha começou com 128 times, distribuídos em 34 chaves. O elenco azul e branco dominou a primeira fase, liderando o Grupo 13 ao somar triunfos sobre Barra-SC, Esporte de Patos e Francana. A superioridade se manteve nas etapas eliminatórias, onde o time da Toca da Raposa eliminou adversários de peso como Meia-Noite, Ponte Preta, Santos e Guanabara City, antes de superar o Grêmio na semifinal. Durante os 22 dias de competição, o Cruzeiro finalizou com um impressionante saldo de 22 gols marcados e apenas cinco sofridos, números que sublinham a consistência da equipe.
A decisão no Estádio do Pacaembu foi um verdadeiro espetáculo, recheado de emoção e momentos decisivos. O primeiro tempo viu um equilíbrio tático, com o Cruzeiro exibindo um ligeiro predomínio na construção das jogadas. Aos 11 minutos, a defesa do São Paulo falhou, e Baptistella aproveitou a oportunidade para cobrar um escanteio na medida. William, subindo sozinho na segunda trave, cabeceou com precisão para abrir o placar em favor das Crias da Toca.
Após o gol inaugural, o jogo ganhou ainda mais intensidade. O Cruzeiro criou diversas oportunidades para ampliar sua vantagem, mas esbarrou nas defesas heroicas do goleiro tricolor, João Pedro, que se destacou com intervenções cruciais. Do outro lado, o arqueiro celeste, Victor Lamourier, também se desdobrou para evitar o empate, realizando defesas milagrosas. No entanto, aos 47 minutos da etapa inicial, após um escanteio cobrado pela equipe paulista, Gustava Santana escorou para Isac, que não perdoou e deixou tudo igual no Pacaembu, levando as equipes para o intervalo com o placar de 1 a 1.
A Virada Decisiva e o Heroísmo de Gustavinho
O segundo tempo da final trouxe um cenário mais truncado, com as equipes priorizando a organização defensiva e as chances de gol surgindo com menor frequência. Aos 17 minutos, o técnico Mairon César, do Cruzeiro, fez uma mudança estratégica crucial: William saiu para a entrada de Gustavinho. A alteração provaria ser um divisor de águas na partida.
Apenas 11 minutos após pisar no gramado, Gustavinho mostrou seu talento e determinação. O camisa 7 arriscou um chute de longa distância que, caprichosamente, acertou a trave e, no rebote, tocou nas costas do goleiro João Pedro antes de balançar as redes. Um gol com requintes de sorte, mas decisivo, que colocou o Cruzeiro novamente na frente, marcando 2 a 1 e incendiando a torcida presente no Pacaembu. Esse foi o primeiro gol de Gustavinho na competição, mas foi o gol que valeu o título, e ele foi, merecidamente, eleito o “Craque da Final da Copinha Sil 2026”, um prêmio de destaque individual na história do torneio. Para mais detalhes sobre as regras e o histórico da Copa São Paulo de Futebol Júnior, você pode consultar o portal ge.globo.com.

Imagem: agenciabrasil.ebc.com.br
Com a vantagem no placar, a equipe paulista, embora visivelmente cansada, não desistiu de buscar o empate. Aos 31 minutos, o São Paulo chegou a ter um pênalti assinalado a seu favor, após uma falta de Kaiquy Luiz. No entanto, a intervenção do VAR (árbitro de vídeo) corrigiu a decisão, marcando uma falta fora da área. Com o placar em 2 a 1, o Cruzeiro soube administrar o resultado, segurando a pressão do adversário e garantindo a celebração do título.
Relevância Histórica e o Ranking dos Campeões da Copinha
Com o segundo título da Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Cruzeiro iguala o número de conquistas de tradicionais equipes como Palmeiras, Nacional-SP, Portuguesa e Ponte Preta, todas com duas taças na história do torneio. Este feito destaca o clube celeste no cenário nacional das categorias de base e valoriza o trabalho de formação de jovens talentos. Entretanto, o maior vencedor da Copinha continua sendo o Corinthians, com impressionantes 11 troféus.
O São Paulo, Fluminense e Internacional, por sua vez, detêm cada um cinco títulos da competição, mostrando a relevância e a competitividade do torneio ao longo dos anos. A edição de 2026 solidifica o Cruzeiro não apenas como um grande formador de jogadores, mas também como um protagonista na história da Copa São Paulo de Futebol Júnior, escrevendo um novo capítulo de glória após quase duas décadas de espera. A expectativa é que muitos desses jovens atletas em breve estejam integrando o elenco principal do clube, seguindo os passos de tantos outros talentos revelados na Copinha.
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Este triunfo é um marco importante para o clube mineiro, consolidando a seriedade de seu projeto de base. Para mais informações e análises sobre o impacto dessa vitória no cenário do futebol nacional, explore nossa editoria de Esporte e mantenha-se atualizado com as últimas novidades.
Crédito da imagem: Jhony Inácio/Ag. Paulistão
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